quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Menos julgamento, por favor



Já falei que julgamentos me incomodam, não é?

Vou repetir. Julgamentos me I-N-C-O-M-O-D-A-M!

Tenho um fantasma em mim que me diz que algumas pessoas ao meu redor estão sempre analisando os meus passos (pode ser loucura também, insegurança, seiláoque). Eu faço um trabalhinho mental constante repetindo para mim mesma: “Let it go! Let it go!”, mas o bicho não vai embora.

Outro dia, durante as férias, conversei com umas amigas sobre isso. Na teoria está tudo bonitinho. Eu tenho a minha vida, eu fiz as minhas escolhas, eu tenho consciência de que estou vivendo direitinho, conforme as regras, equilibradamente, sem nenhuma fartura, mas também sem nenhuma carência. E então, vez ou outra, escuto um comentário que faz o fantasma depositar um braço nos meus ombros. Ô companhia maldita.

Como se não bastasse, me consumo com os julgamentos que os demais fazem dos demais. Ainda mais se o demais for algum coligado. “Burrx! Putx! Lerdx!”. Pronto. Meu sangue ferve.

Por conta disso e por ter a consciência de que esses julgamentos só espalham mal querer, estou num eterno autocontrole para também não julgar ninguém. Não vou dizer que funciona sempre porque eu não sou um espírito-de-luz-ultra-evoluído-com-os-dois-pés-no-paraíso. É difícil, confesso. Mas pelo menos estou no exercício. Antes de sair metralhando os erros alheios, melhor consertar os meus. O mesmo exercício aplico para atitudes preconceituosas de forma geral.

Dito isto, preciso finalizar este breve texto com a típica melosidade amorosinha que é de mim e ninguém (graças ao que rege o mundo) me tira. Vamos nos amar? Vamos ser legais com as pessoas? Vamos nos colocar no lugar delas antes de sair por aí falando de suas vidas? Vamos lembrar que as pessoas têm sentimentos? Que somos livres nas nossas decisões? Que somos humanos e às vezes (muitas vezes) erramos? Vamooosss!

Então, antes de falar algo sobre alguém ou sobre qualquer coisa, faça a si mesmo essas três perguntas:
Eu quero falar?
Eu posso falar?
Eu devo falar?

Pratiquemos!
Feliz 2017, para ser mais amooooooooor!

segunda-feira, 16 de março de 2015

Meu universo de mil versos



Será o universo em mim maior do que este cá fora?

Em meu universo, uno os versos alheios, vivo-os como se meus fossem. Sofro, rio, reflito, sinto calafrios, tenho insônias. No meu unir-versos confundo os meus com os demais, misturo, crio. Se amo, então, oh céus.

Na minha empatia, fico tão mais humana visto que visto tantas fantasias. Só sei ser assim. Tem gente que não entende. Acha-me sentimentalóide, infantil, até. Minto se disser que não ligo. Não ligo. Estou em constante treinamento.

O que mais levarei da vida, senão o que sinto? Como aprender a ser humano, escolher qual deles quero ser? Como estender uma mão, oferecer palavras, se ambas estiverem vazias?

Como um professor, me alimento de sentimentos, para ensiná-los a quem precisar. Mas estou sempre mais a aprender do que a ensinar, que absorver é tão mais fácil que expressar.

Olho ao redor, vejo tanta gente eloquente, sinto-me um respingo d'água no Pacífico. Precisaria mudar? Encher-me de discursos profundos sobre tudo o que há? Prefiro ficar quietinha.  Estou em constante treinamento.

Tenho um emaranhado de outros em mim. Eu sinto por eles, sinto muito. Porque vejo-me neles e sei que ali bem poderia estar. Se há reciprocidade, não sei. Eu só sei que só sei ser assim. 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Presente ano novo




Terminou 2014.

Foi tanta mistura de tudo. Era alegria vazando, amizade forte, abraço apertado, beijo estalado. O amor esteve tão presente.

Começou um novo ano.

Um frio na espinha. Tantas expectativas e um medo repentino. Não queria sentir medo. Medo trava. Tudo pode mudar. De uma vez, em cada seara, um pingo de novidade brotou. Pode ser bom? Será ruim? Quem sabe?

Não sei o que me reservaram neste 2015. Ainda me olham com cara de espanto quando lhes digo minha idade. Eu cresço por dentro. Mas por fora, tem gente me achando ainda muito menina.

E trago ao lado gente de tantas histórias. São tantos mundos no meu e eu em todos eles.

Comecei o ano sorrindo, mas já chorei também. De tristeza. É que sentimento a gente não consegue controlar todos os dias. Tem coisa que transborda. Chorar faz tanto bem. Há tempos eu não chorava assim. Alivia.

Serei, certamente, positiva no novo ano. Que energia é coisa que você joga e volta. Não quero nada pesado, nada velho, nada infeliz. Serei a menina que enxergam quando me veem.

Vou ser mais firme em minhas orações. Quando se deseja forte, o universo entende. As coisas vêm.
No raio de minha fé manterei quem está na mesma sintonia. Os demais se afastam, pois meu escudo dá recados silenciosos, e eles entendem.

Vou prestigiar os santos. Também os orixás. Não sei quem é quem. Aqui é tudo uma coisa só. Mas sei que na Bahia eles escutam melhor. O eco do mar fala mais alto que nos outros lugares.

Vou dançar, que dançar me alegra. Vou comer, que comer me dá uma felicidade imensa. Vou amar sem nenhuma restrição, que pro amor não tem de haver barreiras.

Quero sentir a vida acontecendo, pois pensar demais do que ainda não existe é perda de tempo. O grande lance é ser feliz agora, que essa é a hora.

Não quero ser julgada, subjugada, nada de repressão moral. Me deixa. Sou dona de mim, daquilo que conquisto e daquilo que me dão. Se o problema é meu, eu resolvo. Me ajude se puder e, se não puder, se afaste em silêncio.

Quero uma chuva de sementes boas, sem saber qual flor nascerá de cada uma, porque o gostoso é ter surpresa na vida. E não vou colher, pois flor que se colhe logo morre. Vou deixá-las crescer, regá-las, admirá-las e usar suas cores para fazer pinturas abstratas de amor em mim.

Pode vir, 2015.


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Da alegria de dançar



Fiz balé por cinco anos, dos 7 aos 12 e estendi pelo jazz até os 15, quando parei de vez. Durante os últimos 15 anos me aventurei por diferentes exercícios físicos como musculação, patinação artística, dança de salão, circo, esgrima, yoga... mas nenhum deles me deixou mais gostosa ou disposta ou feliz (tirando a dança de salão que me deixou apenas muito feliz). Então, este ano, aos 30, decidi voltar para o balé. Entrei numa aula de balé fitness, uma mistura de balé com ginástica localizada. E estava bem feliz. Então a escola abriu uma turma de balé iniciante adulto e eu me joguei. Foi a escolha mais acertada do ano.

Fazer uma atividade que lhe dá prazer e alegria é realmente maravilhoso. Entrei com toda a humildade permitida pelos meus dez quilos de ferrugem e, aos poucos, fui percebendo que o corpo se lembrava de algumas coisas.

Tenho uma colega fofa chamada Thelma, uma senhora cuja filha bailarina a convenceu de entrar na dança. Tem também Victor, um menino lindo que nunca fez balé, mas tem tanta sede de aprender que chegou a me dizer que "seria capaz de ficar o dia inteiro repetindo esses exercícios até conseguir". E tem Débora, uma menina bonita que deve ter mais ou menos a minha idade e, como eu, é uma regressa. Sem esquecer, claro, da professora Marília, linda e poderosa, com um astral fenomenal, que parece ter dentro do peito um saco infinito de alegria de ensinar. Professor que ensina com alegria é o que há!

Pois então, dois meses depois de retornar ao balé, Marília me convidou para participar do festival que seria no último fim de semana de novembro. Fiquei meio na dúvida, me bateu uma insegurança. O espetáculo seria O Mágico de Oz. Como poderia eu, depois de 15 anos, subir no palco e dançar de novo? Marília disse que eu seria capaz, que me colocaria em um grupo de adolescentes que estava ensaiando uma coreografia linda de "floresta". Pensei: perfeito! Nada melhor do que voltar a dançar no palco com pessoas que têm a metade de minha idade e ainda fazendo o papel de uma árvore! =P

No dia em que cheguei pensando em recusar o convite, Marília me olhou com um sorrisão e disse: "Que bom que você chegou! Não veio ninguém da sua turma, então vou lhe ensinar a coreografia!". E desisti de desistir.

Comecei a sair mais cedo do trabalho um dia da semana para conseguir ensaiar com o grupo inteiro. Eram pessoinhas realmente novas. Dei uma avaliada geral e conclui que a pessoa mais velha depois de mim devia ter uns 18 anos. Mas confesso que ali, no meio delas, meio que aproveitei a minha cara de menina e me camuflei de adolescente. Ninguém ousou duvidar. Também super disfarcei a minha dificuldade em executar alguns movimentos e fiquei aliviada quando descobri que, assim como eu, outras pessoas estavam ficando com os joelhos roxos por causa de alguns passos da coreografia em que era necessário ajoelhar-se. Não era velhice, eram só os ossos salientes.

A coreografia era fofa. Nada muito complicado como nas coreografias estupendas do programa Dance Moms que eu estou acostumada a assistir. Mas também nada bobo. Apenas o ideal para uma véia enferrujada.

Lá para as tantas, após alguns dias de ensaio, um grupo de zumba chamou Marília para ver a coreografia. Fui junto. Eram mulheres mais velhas, algumas da minha idade. A coreografia era tão enérgica que me cativou e eu quis muito dançar. O professor topou, Marília incentivou, e lá estava eu no meio da zumba, sem nunca ter feito uma aula sequer.

Os ensaios prosseguiram, se intensificaram, conheci os outros grupos, os demais alunos, e então descobri que estava em uma escola de dança incrível, com bailarinos incríveis e fiquei extremamente feliz. As coreografias eram lindas, os bailarinos excelentes. A cada salto e pirueta meus olhos brilhavam mais. Acho que ainda não é tarde demais para eu conseguir fazer um salto ou pirueta daqueles. Eu espero que não seja.

Pensei em não convidar ninguém para ver o festival além de meu namorado e minha irmã. Mas depois mudei de ideia. Convidei os amigos mais próximos. E lá fui eu com minha sacola cheia de maquiagem e gel de cabelo para o dia do festival.

Reviver a atmosfera de um festival de balé me fez lembrar de tantas coisas boas da infância, me deixou tão preenchida que eu tive a certeza de que jamais deixaria de fazer o que me faz feliz. Aquela deliciosa confusão nos camarins, os coques, os cabelos esticados com quilos de gel, as sapatilhas de fita, as maquiagens, o silêncio nas coxias, o frio na barriga segundos antes de entrar no palco, as luzes, os aplausos, tudo isso me fez sentir mais viva e completa. Ver a empolgação das crianças, os personagens da história com figurinos e maquiagem tão impecáveis, meio que me fez ser criança de novo. Dorothy, o Leão, o Homem de Lata, o Espantalho, foram me levando por aquele mundo de fantasia. Tudo muito lúdico, muito leve, muito lindo.

Quando terminou o festival e as cortinas se fecharam, é óbvio que chorei. Fui para o camarim me trocar, deixei todo mundo sair primeiro e fiquei por lá, ainda digerindo a emoção. Quando saí, encontrei Marília na porta e ela me perguntou com aquele sorriso de sempre: "E então? Como foi?". "Chorei de emoção!" respondi. "Claro! Foi o seu retorno, né?", ela disse, me compreendendo. Dei-lhe um abraço apertado e agradeci por ter me encaixado de alguma forma naquilo tudo. Ela me agradeceu por ter aceitado suas propostas.

Como não podia deixar de ser, quando cheguei do lado de fora, meus amigos em coro me aplaudiram e gritaram. Amigo é tudo nessa vida. Ganhei muito beijo, muito abraço, muitos parabéns e lindas rosas do namorado. E por mais que meu desempenho não tenha sido essa coisa toda, é claro que eles, como bons melhores amigos, disseram que fui a pessoa mais brilhante daquele palco. Faz parte.

Estou realizada, estou mais disposta, estou mais feliz. Eu já tinha me esquecido do quanto é importante fazer coisas que realmente nos fazem bem. Viver por viver na rotina de todos os dias é chato. Viver e fazer algo que lhe preenche de felicidade, isso sim é viver! Depois de anos dizendo que voltaria a dançar, finalmente eu voltei, e agora não pretendo sair nunca mais. Dançar é tudo de bom!

sábado, 1 de novembro de 2014

O riso



Nada no mundo, nem gente, nem bicho, nem festa, nem grana, preenche tão completamente uma casa como o riso. O riso é remédio da alma, é solução de problemas, é felicidade genuína descaradamente expressa. Tão bom quanto o riso é seu forte poder de contágio. Quem fica sério quando alguém está gargalhando? É impossível conter-se. Rir faz um bem danado!

Quem sorri muito é mais saudável. Sorrir faz bem ao coração, aos pulmões, ao cérebro, à pele. Sorrir afasta a depressão, eleva a autoestima e nos aproxima das pessoas. O riso acaba com brigas e birras, o riso é conciliador. Rir nos faz virar amigos de gente que a gente nem conhecia. O riso é a expressão do que há de bom dentro da gente. Quando não dá mais para segurar a felicidade, a graça, a alegria, a gente transborda em gargalhada!

Eu gosto de rir, gosto de gente que ri, gosto de fazer o outro rir e gosto instantaneamente de quem me faz rir. Rir é divino! 

O riso faz aflorar o amor na gente. Ontem fiz uma reunião em casa, com primos, namorado, irmã, pai e mãe. Em determinado momento, começamos a contar histórias engraçadas e então teve início uma sessão de gargalhadas que durou mais de uma hora. Eu estava na cozinha lavando uns talheres e quanto mais gargalhadas eu ouvia, mais feliz eu ficava e mais eu os amava. E foi então que instantaneamente associei o riso ao amor e conclui que quanto mais se ri, mais se ama. E quanto mais se ama, mais se ri.

Quero viver um ciclo interminável de amor e riso.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Ami, o menino das estrelas



Quando eu tinha 11 anos, minha mãe trouxe para casa um livro, emprestado de uma colega do trabalho, chamado "Ami, o menino das estrelas" (obrigada, mãe!). Eu lembro que li e fiquei maravilhada. Na minha cabecinha de criança, aconteceu algum "clic" que me fez refletir sobre muitas coisas. Nunca esqueci deste livro. Resolvi procurá-lo na internet para ver se conseguia comprá-lo. Para minha alegria, achei o livro inteiro em PDF e reli neste fim de semana. Então me lembrei porque eu fiquei tão empolgada aos 11 anos. Ele nos ensina, em uma linguagem muito bonita, leve e fácil, que o grau máximo da evolução humana é o puro amor. Para compreendermos o amor, precisamos ter equilíbrio entre nossos dois cérebros: o da cabeça (que é o único que acreditamos ter) e outro, invisível, que fica no peito (e que é o principal). Nosso intelecto serve ao nosso amor e é deste que tudo nasce.

Daí vem a parte mais linda do livro, que me fez compreender a frase "Deus é amor" como eu jamais havia entendido. E não tem nada a ver com religião. Mas não vou contar tudo, para não perder a graça. Eu quero é que vocês leiam.

No fim, cheguei á conclusão de que, provavelmente, o meu subconsciente puxou essa leitura lá da caixinha de memórias da infância e foi daí que surgiu o nome deste blog. Fez muito sentido. Quem me dera poder ter um grau de evolução bem elevado e me aproximar do mais puro amor.

Vou deixar o link do livro aqui.

Eu adoraria que vocês lessem e viessem dividir comigo os seus sentimentos em relação à história.

Boa leitura!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Primavera em mim



Sinto cheiro de flores no ar!

Hoje, para dar as boas-vindas à tal primavera, São Pedro fez cair um aguaceiro daqueles, e o vento está fazendo barulho nas janelas e no telhado. Mas, mesmo com o céu cinza, há alguns dias ando vendo flores. Por que? Olha, não sei dizer exatamente. Mas é como se minha vida fosse um grande lego e, de repente, as peças estivessem se encaixando harmoniosamente. E daí, ando feliz.

Estive pensando sobre essa felicidade e só pude concluir que felicidade e equilíbrio têm tudo a ver. Quando um pedaço de sua vida está capenga, não dá para ser inteiramente feliz. Conheço gente que está nadando em dinheiro, mas com tantos problemas familiares que nem todas as viagens para a Europa são capazes de trazer a felicidade. Também sei de pessoas que estão bem casadas e em harmonia no amor, mas com grandes dificuldades financeiras. Nenhum deles está plenamente feliz. Mas devo dizer que o amor dá uma tremenda contribuição.

Fala sério. Quem não é feliz amando e sendo amado? Pode até faltar dinheiro por um tempo, mas com amor, as pessoas têm vontade de caminharem juntas e, na batalha da vida, acabam conseguindo se estabilizar em algum momento. E se você fica doente, tem remédio melhor que amor? Amor de mãe, de pai, de marido, de esposa, de filho, até do médico que te atende com carinho. A saúde volta rapidinho. E quando tem briga? Nada além do amor é capaz de convencer o perdão. Há de se ter muito amor para deixar o orgulho de lado e pedir ou aceitar desculpas.

Houve um tempo em que eu não trabalhava com amor. Eu me arrastava até o trabalho, eu era detestada e, por saber disso, também detestava todo mundo. Mas um dia, sei lá de onde, a raiva se foi e alguém plantou amor. Não sei se fui eu ou se foram os outros. Não importa. Alguém plantou, os demais regaram. O fato é que não apenas o prazer em trabalhar voltou, como também o bem querer se instalou em meu ambiente de trabalho. E os colegas viraram amigos dentro e fora da empresa. Trabalhar é bom.

Tem gente por aí que se entrega à doença, ao problema, ao fracasso. Isso é pura falta de amor... próprio. Quem se ama, não se permite sucumbir. A doença pode ser curada. A que não pode, remediada está. Sofrer só antecipa a morte. Com altas doses de amor próprio e dos familiares e amigos, é possível ter dias mais felizes, mesmo estando doente. Afinal, existem duas opções para enfrentar os problemas: sorrindo, ou chorando. Você escolhe.

É bem difícil ter equilíbrio. Nem tudo pode estar bom o tempo todo. Mas não é impossível. Se está faltando alguma coisa em sua vida para te fazer feliz, pare e pense: será que não falta colocar mais amor nessa questão? Será que não é preciso trabalhar com mais vontade, cuidar de seus filhos com mais determinação, fazer exercícios físicos, dialogar com seu(sua) companheiro(a), abrir mão de algumas coisas em prol de outras, deslocar o amor daqui pra lá, de lá pra cá? Alguma peça do lego pode estar faltando, mas ela pode estar logo ali na sala ao lado.

Escrever essas coisas é muito fácil quando as peças estão todas unidas. Até o mau humor matinal está dando um tempo. É bom aproveitar para inspirar os outros. Só sei que a primavera chegou em mim, tenho rosas brotando dos poros (pieguice grau master blaster). Há flores subindo o telhado e embaixo do meu travesseiro. Sou toda amor! Quem quiser, me acompanha...


... para ser mais amor, também!